O começo de tudo.
No início... Bem no início de minha caminhada, me fora apresentada uma tal de leitura. Me enrolei em seus sentidos, e debruçada diante de todas as brilhantes maravilhas que me proporcionava, eu me mantive. Quando senti, longinquamente o consciente exigir mais, me ergui e me pus a desbravar um mundo de curiosidades. Tropecei em uma técnica de expressão chamada escrita. Desde então, passei a aderi-la.
Foi quando decidi, obstinadamente, que esta deveria ser o meu refúgio particular. E de lá para cá, confesso, venho realizando descobertas inimagináveis. A prática contínua da escrita, me fez adentrar e conhecer mundos dos mais variados tipos que existem. Só então percebi que não se pode limitar a imaginação. É tudo muito maior do que se parece. E abusando disto que chamo de dom, cheguei à seguinte conclusão: Ler, não é somente adquirir conhecimento; Escrever, é mais do que dar rumo ou designar acontecimentos, é possuir o controle do mundo e ter o poder de fazer deste, o que quiser.
sábado, 7 de julho de 2012
Me ser acima de tudo
Sou alienada de mim e quero continuar me sendo. Quero cometer erros tolos e da minha melhor forma, ser capaz de reverter... aprendendo por cima de meus vacilos. Se tiver de ir dormir com a cabeça cheia e os olhos pesados por ter passado o dia chorando por algo tolo, quero acordar no dia seguinte, com um sorriso motivado por algo importante realmente. Eu quero espaço, quero tempo... para eu ser o que quiser e quando quiser... e como quiser. Eu quero me pertencer antes de exigir... eu quero me encontrar depois de me perder; eu quero dar vazão ao tempo, quero também fazer das minhas loucuras lembranças absurdas; errar o máximo e aprender ao extremo. Quero me prender para ter a oportunidade de me libertar do meu eu sempre que aprisionar algo que não sirva aos complexos do meu ser.
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