O começo de tudo.
No início... Bem no início de minha caminhada, me fora apresentada uma tal de leitura. Me enrolei em seus sentidos, e debruçada diante de todas as brilhantes maravilhas que me proporcionava, eu me mantive. Quando senti, longinquamente o consciente exigir mais, me ergui e me pus a desbravar um mundo de curiosidades. Tropecei em uma técnica de expressão chamada escrita. Desde então, passei a aderi-la.
Foi quando decidi, obstinadamente, que esta deveria ser o meu refúgio particular. E de lá para cá, confesso, venho realizando descobertas inimagináveis. A prática contínua da escrita, me fez adentrar e conhecer mundos dos mais variados tipos que existem. Só então percebi que não se pode limitar a imaginação. É tudo muito maior do que se parece. E abusando disto que chamo de dom, cheguei à seguinte conclusão: Ler, não é somente adquirir conhecimento; Escrever, é mais do que dar rumo ou designar acontecimentos, é possuir o controle do mundo e ter o poder de fazer deste, o que quiser.
sábado, 7 de julho de 2012
De que adianta?
De que adianta tantas coisas se não significam nada? De que adianta vir se não for pra ficar? Errar se não for pra aprender? Aprender se não for pra errar de novo? Sorrir se não for real? Chorar se não for de verdade? De que adianta dizer se não estiver sentindo? Sentir se não for recíproco? Esperar se não for fazer melhor? Exigir se não for garantir? De que adianta dizer se não é? Ou ser e não mostrar? De que adianta tudo isso se não for - verdadeiramente - nada?
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