O começo de tudo.

No início... Bem no início de minha caminhada, me fora apresentada uma tal de leitura. Me enrolei em seus sentidos, e debruçada diante de todas as brilhantes maravilhas que me proporcionava, eu me mantive. Quando senti, longinquamente o consciente exigir mais, me ergui e me pus a desbravar um mundo de curiosidades. Tropecei em uma técnica de expressão chamada escrita. Desde então, passei a aderi-la.
Foi quando decidi, obstinadamente, que esta deveria ser o meu refúgio particular. E de lá para cá, confesso, venho realizando descobertas inimagináveis. A prática contínua da escrita, me fez adentrar e conhecer mundos dos mais variados tipos que existem. Só então percebi que não se pode limitar a imaginação. É tudo muito maior do que se parece. E abusando disto que chamo de dom, cheguei à seguinte conclusão: Ler, não é somente adquirir conhecimento; Escrever, é mais do que dar rumo ou designar acontecimentos, é possuir o controle do mundo e ter o poder de fazer deste, o que quiser.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A sobra do que restou

E então eu saí. Peguei tudo o que eu ainda tinha. E tudo o que tinha era parte do que sobrou da esperança que eu mantinha. Mas o meu erro, veja, foi pensar que ao fechar aquela porta, você viria atrás de mim.  Acreditei que todos os sorrisos, as juras de amor, promessa de uma vida feliz, sonhos multiplicados e desejos realizados fossem sinônimo de amor garantido. Que estupidez a minha, não?

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