O começo de tudo.

No início... Bem no início de minha caminhada, me fora apresentada uma tal de leitura. Me enrolei em seus sentidos, e debruçada diante de todas as brilhantes maravilhas que me proporcionava, eu me mantive. Quando senti, longinquamente o consciente exigir mais, me ergui e me pus a desbravar um mundo de curiosidades. Tropecei em uma técnica de expressão chamada escrita. Desde então, passei a aderi-la.
Foi quando decidi, obstinadamente, que esta deveria ser o meu refúgio particular. E de lá para cá, confesso, venho realizando descobertas inimagináveis. A prática contínua da escrita, me fez adentrar e conhecer mundos dos mais variados tipos que existem. Só então percebi que não se pode limitar a imaginação. É tudo muito maior do que se parece. E abusando disto que chamo de dom, cheguei à seguinte conclusão: Ler, não é somente adquirir conhecimento; Escrever, é mais do que dar rumo ou designar acontecimentos, é possuir o controle do mundo e ter o poder de fazer deste, o que quiser.

terça-feira, 22 de maio de 2012

És a minha razão

E por mais que haja objeções, és a razão. O motivo das noites mal-dormidas, os sorrisos desperdiçados porque não vistes; O grito, glorioso... da dor da alegria de não poder compartilhá-lo e mesmo assim partilhando-o (senti)mentalmente. A voz emudecida, obrigada a se calar, rompendo assim, as únicas saídas para uma nova redenção. És a razão. Do pensamento positivo ser negativado pela impaciência de uma espera eternizada pela carência... abstinência de você; Pela falta de tudo e a conquista de nada. Nada quando se trata de uma perda permanente, aquela que se leva junto, para qualquer lugar... para todo lugar. És a razão. A verdade, a mentira... o motivo. A negação sendo afirmada. A certeza duvidosa... a dúvida mais sensata. És a razão. De tudo, de tudo.  Da maneira que falo, sobre o que digo e até no porque do que digo. No pouco que exprimo, no muito que omito, na infinidade do que sinto. És a razão.

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